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Page history last edited by PBworks 3 years, 10 months ago

 

 
Professores do Primeiro Ano:

 

Celma Francisca Andara   

Eliete Lemos Cardoso

Josiane Nunes

Marly Bernardino Tristão

Roselaine da Mota Zanette

Sabrina Voltz

Talita Belardo

 

 

 

     Nossas impressões sobre o material da disciplina e aula inaugural

 

 

Gurias, dei uma olhada nos materiais  e atividades propostas de Matemática:

O jogo das cartas, foi um dos que trabalhamos na 1ª aula presencial, caso eu aplique na minha turma , na Escola Especial Cebolinha, que é Etapa 2 - Nível 1, com certeza  terei que fazer algumas  adaptações, a fim de que os alunos entendam o desenvolvimento do mesmo.]

A Caixa, com objetos dentro também trabalhados na 1ª aula, onde uma  pessoa por vez coloca a mão dentro, pegando um dos objetos e os outros  alunos tentam descobrir o que é . Achei que variando os tipos de objetos a colocar dentro da caixa, já conseguiria trabalhar com meus alunos.

Aquele de classificação "Coisin" conforme está colocado, é um que não conseguiria desenvolvê-lo com meus alunos. Até eu tive dificuldade de perceber como reconhecer. 

Os questionamentos sobre: Par ou Impar, realmente achei muito interessante, pois nunca havia parado para pensar, pois segue uma lógica. A nível de conhecimento e curiosidade é importante, mas com certeza não conseguiria trabalhar estas questões com meus alunos.

Desatando o nó: Este não consegui raciocinar corretamente.

Se tem condições, eu não consegui captar muito bem.

O Jogo Faça 1O, li e reli, mas hoje, não consegui jogar, simplesmente, não entendi.

Espero entender melhor, com o desenrolar das atividades, pois  algumas destas  atividades não entendi muito bem. Celma Andara

 

 

 Bom, achei a aula inaugural muito estimulante, nos fez começar com mais vontade, e nos dando atividades concretas e divertidas.  Estranhei um pouco a nova proposta de postagens, mas acho que logo vamos nos acostumar.

Os jogos da atividade Encontro presencial 1 são bem divertidos, principalmente o jogo de cartas (por falta de parceria joguei comigo mesma,rs), mas o Coisin realmente é difícil de entender a lógica, tanto que não entendi ainda. Quem souber o critério por favor explique!!! O jogo do nó é simples, basta observar a direção para onde as pontas irão ao se moverem. O par ou ímpar também é fácil, mas como trabalhamos com o primeiro ano ainda não é aplicável. O que já podemos aplicar é justamente a atividade da caixa com blocos lógicos, usada na aula presencial, pois estamos nesta fase com nossos pequenos. Sabrina

 

 

Achei nossa aula bastante alegre e prazerosa. Quando se fala em Matemática, já chegamos com "o pé atrás", mas foi muito boa, com atividades inteligentes e divertidas. Entrei nos jogos, e, não consegui entender o jogo "Coisin", se alguém souber como funciona, me dê alguma dica. Os outros jogos ou brincadeiras, foram mais simples e de fácil aplicabilidade com nossos alunos. Espero que esta interdisciplina continue por esta linha. Eliete 

 

Eu também achei a aula inicial bastante interessante. Acredito que essa aula inaugural fez-nos perceber que através de jogos lógicos muito simples de confeccionar podemos ensinar nossos alunos  a aprender matemática de uma forma mais agradável. Talita

 

 

 A aula inaugural foi bem estimulante, foi uma aula prazerosa, alegre com atividades concretas que  nos fizeram  divertir com as colegas, rimos muito pois tinha algumas coisa que eu não entendia  no jogo das cartinhas. Penso que as crianças irão gostar principalmente aquela da caixa com os blogos lógicos. Marly

 

 

 Gostei muito da aula presencial da interdisciplina de Matemática. Acredito que esteja trilhando um caminho cheio de boas sugestões para a nossa prática. Consegui realizar o "coisin". Acho que a lógica é : As figuras "coisin" são todas aquelas que possuem um ponto de intersecção  na linha. Adooooro jogar pife e canastra e foi fácil para o nosso grupo entender a lógica do Pif Paf Maia. Acho aplicável nas séries iniciais. Confesso que foi difícil para mim não olhar o objeto da "Caixa Surpresa". Senti-me ansiosa e intrigada, quase que infantil em minha atitude. Aplicaria em sala de aula, sim, até para me reeducar junto às crianças. Não  me foi difícil responder as questões sobre pares e ímpares. Meus alunos iriam adorar apertar e desatar os nós assim como eu gostei em realizá-los. Não realizei o último jogo, pois não tive parceiro. É minha primeira experiência com um Primeiro Ano dos Nove Anos e pretendo contar com essa interdisciplina para realizar um bom trabalho com as crianças. Gosto da Matemática e faço questão de transmitir essa tranqüilidade e esse gostar aos meus alunos. Durante o passeio que fiz pelo material organizado e oferecido pela interdisciplina, senti muita segurança em sua proposta, além de muita diversão em conhecê-lo. Parabéns pelo investimento e pelo trabalho da equipe. Roselaine

 Utilizaria os materiais com meus alunos, principalmente os blocos lógicos da aula presencial. Como estão no 1º ano, as "cartinhas" são avançadas demais. Os coisin, par ou ímpar e faça 10 também são de difícil raciocínio para a idade deles. Mas o "nós" com certeza poderia ser aplicado na turma. Sabrina

 

 

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Curso de Licenciatura em Pedagogia:
Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Modalidade a Distância
Pólo Gravataí
Disciplina: Representação do Mundo pela Matemática
Professor (a): Marluza B. da Rosa
Data: 04/04/2008
Atividade: Atividade 1
 
Componentes do Grupo:
Celma F. Andara
Eliete L. Cardoso
Josiane Nunes
Marly Bernardini Tristão
Roselaine da Mota Zanette
Sabrina Voltz
Talita Bernardo
 
 
                                                                                 
                                               Atividade de Matemática 1
 
Discuta com o seu gripo uma ou duas atividades que você desenvolve na sala de aula com seus alunos que envolva os critérios de classificação e seriação.
Cada grupo registra no seu pbwiki coletivo.
 
 
Ao refletirmos sobre estes conceitos matemáticos de classificação e seriação, percebemos que eles estão muito presentes nas nossas atividades de sala de aula e de modo geral no nosso cotidiano.
As atividades lúdicas têm papel preponderante no aprendizado da criança, contribuindo fundamentalmente no desenvolvimento do raciocínio lógico matemático.
Dentre as atividades que nosso grupo, postou, escolhemos estas por serem atividades comuns
Entre os componentes do grupo desenvolvidas em sala de aula.
A utilização dos blocos lógicos, classificando por cores, formas, tamanhas.
Os brinquedos separando, por exemplo: bonecas, carrinhos, bichinhos de pelúcia...
 
Outra atividade:
Vamos jogar?
Oito cartões indicadores das quatro cores e das quatro formas;
Uma matriz de dupla entrada (papelão);
A criança poderá brincar livremente descobrindo as semelhanças e diferenças entre as peças, explorando também as possibilidades de encaixá-las;
Pedir para agrupar as peças segundo os diferentes critérios;
Trabalhar na matriz de dupla entrada, usando os cartões indicadores nos espaços menores em cima e á esquerda e pedindo à criança para arrumar as peças nos espaços maiores da matriz, obedecendo à indicação dos cartões.
 
 
 
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Faculdade de Educação
Curso de Licenciatura em Pedagogia
Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Modalidade à Distância
Pólo de Gravataí
 Disciplina: Representação do Mundo Pela Matemática
Professora: Marluza B. da Rosa
Atividade 5
  
ATIVIDADE 5
Os textos lidos só confirmam no que acreditamos, que acriança aprende brincando, através do lúdico, pois para as crianças o ato de juntar coisas, ordená-las e seriá-las, auxilia na aprendizagem e contribui ao avanço nos outros conteúdos. A aprendizagem se dá através da manipulação de materiais concretos, que toda criança tenha a oportunidade de sentir e de fazer a Matemática.Quando o aluno consegue vivenciar a matemática, consegue percebê-la no cotidiano e o quanto ela é importante, ela passa a ter significado.
A partir do embasamento teórico adquirido, achamos conveniente manter as atividades propostas, bem como sugerir outras igualmente importantes, enfatizando também a individualidade das crianças. Todas as atividades propostas têm o intuito de auxiliar as crianças a compreender esses conceitos muito utilizados em Matemática.Observamos que todas do grupo, através de brincadeiras e jogos, estão estimulando de forma  prazerosa e lúdica seus alunos ao conhecimento. Todavia, ainda estamos em processo de aprendizagem no momento da intervenção pedagógica necessária ao processo de construção lógico-matemática. Em relação aos exemplos de atividades, todas que foram sugeridas favorecem o desenvolvimento do conhecimento do sujeito sobre o objeto. E, com certeza existe a possibilidade de se aprofundar em cada uma delas, fazendo com que o sujeito, ao interagir de forma mais ativa, possa passar por desequilíbrios até recuperar a situação de equilíbrio, pois é experienciando, desacomodando e fazendo descobertas, que conceitos são aprendidos e a capacidade de abstração prospera.
Segundo Celso Antunes (2005), cabe ao professor criar as condições favoráveis para que uma nova informação ao interagir com conceitos relevantes existentes na estrutura cognitiva da criança  seja efetivamente assimilada; transformando a informação em conhecimento, ocorrendo assim a   aprendizagem significativa.
 
 
Números e Operações - Atividade 3
    Meu querido grupo, depois de muitas frustrações e resultados negativos com as operações na minha prática com meus alunos, tenho a dizer que sempre procurei saídas competentes para trabalhar operações matemáticas com meus alunos. Refletia nos motivos por que meus alunos apresentavam dificuldades em aprender. Vi, então, o quanto eu trabalhava as quatro operações mecanicamente e tinha pouco conhecimento de como se construía o conhecimento do sistema numérico e das quatro operações. Procurei me informar através de leituras, saber de práticas que estavam dando certo com outras colegas. E hoje estou no PEAD, fazendo essa interdisciplina de Matemática para melhorar a minha metodologia e me tornar competente nesse processo.
    A criança deve ser alfabetizada na matemática, numericamente, assim como deve ser alfabetizada na Língua Portuguesa. Preciso proporcionar ao meu aluno atividades concretas, fazendo-o estabelecer relações entre quantidade e símbolo. Não é porque uma criança sabe contar até 100, por exemplo, que está garantido que entendeu o sigificado dos números. E não adianta dispor de materiais concretos diversos e coloridos, se não sei usá-los eficazmente para facilitar ao meu aluno a construção de conceitos básicos de regras matemáticas, criando novas saídas, sendo o produtor desse processo de construção.
    " O conhecimento construído na sua forma e no seu conteúdo, por um processo de interação radical entre o sujeito e o meio, processo ativado pela ação do sujeito." (Inhelder:1997)
    Antes de ensinar as operações, devemos proporcionar às crianças atividades concretas e significativas que os ajude a pensar e criar cálculos mentais, estimativas.
   A criança entra na escola e traz suas noções e vivências matemáticas e entra em conflito com o sistema escolar, com símbolos e regras pré-estabelecidas e inquestionáveis.
   Também, essas dificuldades podem estar relacionadas com suas dificuldades na leitura e na interpretação, baixa estima, etc..
   É necessário, também, organizar esse trabalho na sala de aula, para que nosso aluno consiga assimilar e acomodar conceitos importantes antes de partir para as operações em si. Precisamos estar atentos durante o desenvolvimento dessas atividades e perceber como está-se saindo, como está recebendo esse conhecimento, sendo humildes o bastante para sabermos o momento de mudar nossa metodologia, cuidando para não confundir o aluno.
  As dificuldades que meus alunos( não os atuais) demonstraram nas operações penso que são normais do tipo: copiar numerais errados, trocar o sinal das operações, errar na contagem, mas quando questionados resolviam rapidamente.
  As crianças que não possuem bem claro o conceito de unidade, dezena e centena fazem as somas de unidades com dezenas/ dezenas com centenas sem se darem conta do que estão fazendo de errado. Erram, também, quando a subtração envolve o zero. Quando não conseguem subtrair de cima para baixo, fazem debaixo para cima .
  A maioria dos erros em operações deve-se a sua falta de compreensão do sistema numérico decimal, não compreendendo o "sobe um" na adição e o "empresta um" na subtração. Não entendeu o processo de composição e decomposição dos numerais. O trabalho que faço com os palitos de picolé amarelos(unidades), azuis(dezenas), vermelhos(centenas) e suas devidas trocas na construção dessa noção tem me ajudado muito com meu trabalho com operações com meus alunos.
 
 
 

 

Números e Operações- Atividade 3

 

Gurias do grupo 2,com relação à atividade N03.

 

Tanto eu (Celma) como a minha colega Eliete, por trabalharmos em escola especial, com crianças especiais, não trabalhamos formalmente com as quatro operações.

 

Mas, através de jogos, de modo bem concreto, trabalhamos quantidades, como: mais - menos, dividir (repartir).

 

Juntamos as nossas turmas e desenvolvemos esta atividade:

 

 -Usando jogas com caixinhas de madeira, em cinco tamanhos e cores diferentes, de encaixar do maior para o menor.

 

-Cones, coloridos que pegamos de outros jogos.

 

-Inicialmente as crianças foram tirando as caixinhas uma de dento da outra, fomos questionando as crianças sobre as cores, quais eram as maiores e menores, iguais, diferentes, qual cabis dentro da outra, etc. 

-Após, solicitamos que cada um colocasse os cones dentro das caixinhas.

 

-Aos pouco fomos questionando para ver quem conseguiu colocar mais cones, menos cones, quem colocou a mesma quantidade. Também separamos por quantidades iguais, assim ficavam juntas as caixinhas do mesmo tamanho.

 

Observação:

 

Com certeza teríamos outras opções de juntar, separar, aglutinar, repartir. Mas como nossas crianças diante das suas dificuldades, tanto de atenção, concentração, raciocínio lógico, a atividade não pode ser muito extensa.

 

Foi uma atividade conjunta, onde tivemos que participar ativamente junto aos nossos alunos. Mas avaliamos que foi bem proveitosa, houve bastante participação, onde por vezes um aluno ajudava o outro. Celma e Eliete.

 

 

 

 Como estou em uma turma de primeiro ano não trabalho formalmente as 4 operações, mas no dia a dia proporciono situações de raciocínio simples, como quando vão dividir o lanche com o colega, ou precisam pegar a sua tesoura e peço que entregue para mais 3 colegas, ou vão pegar a merenda e mando que leve para mais um, etc.  Sabrina

 

 

 

 

  Como trabalho Inglês com duas turmas de 1º ano, ainda não tive a oportunidade de aplicar nenhuma atividade que envolva as quatro operações. Pensei inicialmente em jogarmos dominó, um jogo que eles conhecem e que ajuda a desenvolver tal conhecimento; porém ,dependo de uma "brecha" nas aulas da professora deles para aplicar tal atividade. Em breve estarei postando o resultado desse trabalho, além de observar em quais atividades a professora deles desenvolve as quatro operações.  Talita

 

 

  As operações de adição e a subtração fazem parte da vida das crianças, desde muito cedo. Nas suas brincadeiras fazem questionamentos tais como: 

  Quem tem mais bonecas?

  Que tem menos carrinhos?

  Quem fez mais pontos?

  Quantas figuras faltam para completar o álbum?

  Quanto ficará, se juntarmos todas as tampinhas/

  

 Situações com estas são muito importantes para o desenvolvimento intelectual, bem como experiências envolvendo materiais concretos em que a criança tenha condições de vivenciar as idéias de juntar, acrescentar, retirar, completar e comparar.

 É preciso que o professor saiba aproveitar todos os momento do cotidiano em que as operações estão presentes, tais como contagem de quem veio hoje na aula? Quantas meninas? Quantos meninos? Quem tem mais, meninos ou meninas? Contagem de folhas, materiais, merenda. 

Estou trabalhando com os números, usamos para contar tampinhas, palitos de picolé.   Jogando com um dados  , usam os materiais concretos para demonstrar a quantidade, contamos com os dedinhos da mão, calendário, botões,  fichas. Trabalhando sempre com muita ludicidade pois é uma turminha do primeiro ano. Marly    

  

                                                                

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 

 

Comments (6)

Anonymous said

at 12:43 pm on Mar 24, 2008

Olá! Tmabém gostei do primeiro encontro presencial e estou cheia de expectativas.
Sugiro que façam uma nova página para cada atividade e que sempre que postarem "assinem", para sabermos "quem escreveu o que".

Boa semana de trabalho!

Anonymous said

at 10:37 pm on Mar 24, 2008

Olá meminas. Ao ler seus comentários sobre o "coisin" fiquei pensando onde estaria a dificuldade de entendimento e imaginei que talvez vocês estejam imaginando critérios muito elaborados. Sugiro que leiam o ultimo comentário(Josiane??!)e tentem jogar novamente. Parabéns pelos comentários e bom trabalho

Anonymous said

at 9:43 am on Apr 2, 2008

Olá, meninas!
O que houve? Os comentários sobre o encontro presencial estão ótimos! Mas onde está a atividade 1? Se vocês estão com prblemas, comuniquem, mas cuidem pra não atrasarem muitas atividades.
Beijinhos...

Anonymous said

at 11:26 am on Apr 9, 2008

ATIVIDADE CS1. Olá, pessoal! Agora sim... A atividade CS1 está de acordo com o que foi solicitado. O caminho é esse mesmo: discutir, cada uma apresenta suas idéias e depois formulam uma "resposta". Parabéns por estarem "se achando"... Beijocas e boa semana.

Anonymous said

at 11:43 am on Apr 9, 2008

ATIVIDADE 5. Oi, pessoal do grupo 2! A reflexão sobre o texto está de acordo com o que foi solicitado. Mas a atividade não apresenta a discussão do grupo a respeito do assunto. Se vocês discutiram em outro ambiente (MSN, e-mails, etc) sugiro que salvem as conversas e anexem a atividade. Para nós interessa não só o resultado como os processos que os levou a ele. Beijocas e bom trabalho.

Anonymous said

at 6:06 pm on Apr 27, 2008

ATIVIDADE NO3. Olá, pessoal! Parabéns pela partiipação da maioria das integrantes do grupo! A troca é essencial quando falamos em soluções para problemas enfrentados... A discussão ainda não apresenta muitas soluções... Mas vocês pensarem nos alunos e se colocarem no lugar deles é o primeiro passo para encontrá-las! As colegas que estão sem condições de dizer as dificuldades dos seus alunos (por não estar em sala de aula, ou outro motivo) podem ler as dificuldades citadas e pensar em soluções! Ajudem-se! Apressntam soluções para os problemas das colegas... Sugiram outras atividades e intervenções... Vocês todas têm muito a dizer... tenho certeza! Beijocas

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